
Evento AVALB – Vinicius é Poesia, Teatro e Canções
• Tema: "Homenageio Vinicius porque..."
• Obras em poesia ou prosa poética dentro do tema informado
• Todos os gêneros e estilos, incluindo minimalistas
• Siga o tema e poetize os motivos de sua homenagem a Vinicius, com criatividade e independência
• Utilize o cabeçalho • Publique somente no dia e dentro do horário
• Data: 19/10/2026 de 00:05' até 21h (horário de Brasília–BR)
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Regras:
Obras em poesia (incluindo minimalistas) ou prosa poética dentro do tema.
Para obter o certificado
• Siga o tema ("Homenageio Vinicius porque...") leia a biografia para dizer o porquê da sua homenagem
• Desenvolva a obra homenageando Vinicius de Moraes, com criatividade
• Leia as regras e itens informativos porque para homenagear é preciso conhecer
• Utilize o cabeçalho obrigatório
• Libere seus comentários se estiverem restritos para obter selos dos Moderadores
• Publique somente no dia (19/10) e no horário do evento (00:05' até 21h horário de Brasília–BR).
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Itens informativos
1. Preâmbulo
Marcus Vinícius da Cruz de Mello Moraes, conhecido como Vinicius de Moraes, nasceu aos 19 de outubro de 1913 na cidade do Rio de Janeiro. Foi bacharel em Direito, diplomata, poeta notabilizado por seus sonetos de teor essencialmente lírico, detentor do epíteto "Poetinha", dramaturgo, jornalista, cantor, letrista e compositor. Foi um boêmio inveterado, fumante, apreciador de uísque e um grande conquistador com muitos filhos e nove uniões.
Sua vasta obra passa pela literatura, teatro, cinema e música. Porém, ele sempre considerou que a poesia era sua primeira e maior vocação, e sua atividade artística derivava dela. No campo musical, Vinicius teve como principais parceiros: Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell, João Gilberto, Chico Buarque e Carlos Lyra.
2. Biografia
Nascido no bairro da Gávea, foi o segundo dos quatro filhos de Clodoaldo Pereira da Silva (funcionário da Prefeitura, poeta e violinista amador) e Lydia Cruz de Moraes (pianista amadora). A família mudou para o bairro de Botafogo, onde ele frequentou a Escola Primária Afrânio Peixoto e ingressou (em 1924), no Colégio Santo Inácio, onde cantava no coral e montava pequenas peças de teatro. Em 1927, ele se tornou amigo dos irmãos Haroldo e Paulo Tapajós, com quem fez nove de suas dez primeiras letras para canções, sendo o primeiro registro como letrista em 1928, quando compôs com Haroldo "Loira ou Morena" (gravado em 1932 pela dupla dos irmãos Tapajós).
• A década de 1930
Essa década traria grandes oportunidades para Vinicius, propiciando a publicação de livros de poesia, gravação de canções de sua autoria e marcada pela amizade com os poetas Manuel Bandeira, Mário de Andrade e Oswald de Andrade. Em 1930 ingressou na Faculdade de Direito do Catete (hoje, Faculdade Nacional de Direito/UFRJ) onde se tornou amigo do romancista Otávio de Faria que o incentivou na vocação literária e lhe apresentou as reuniões da Ação Integralista Brasileira, e ele se filiou. Em 1933 se graduou Bacharel em Ciências Jurídicas, publicou o primeiro livro de poemas "O Caminho para a Distância", teve as canções "Dor de uma Saudade" (com Joaquim Medina), "O Beijo Que Você Não Quis Dar" (com Haroldo Tapajós) e "Canção da Noite" (com Paulo Tapajós), gravadas, e começou a trabalhar como censor cinematográfico junto ao Ministério da Educação e Saúde.
Em 1934, a "Canção para Alguém" (de parceria com Haroldo Tapajós), foi gravada e no ano de 1935, recebeu o Prêmio Felipe D'Oliveira pelo livro "Forma e Exegese". O livro "Ariana, a Mulher", de 1936, iniciou a classificação de sua obra como "fase mística". No mês de maio de 1937, ele publicou o "Soneto de Katherine Mansfield" na revista "Anauê!" n.º 15. No ano de 1938, Vinicius ganhou uma bolsa do Conselho Britânico para estudar língua e literatura inglesas na Universidade de Oxford.
• A década de 1940
Nela se iniciaria a segunda fase literária de Vinicius, onde as obras passariam a ser marcadas por versos mais simples, com temas sociais, sensuais e excitantes.
Após os estudos, Vinicius retornou ao Brasil em 1941 e se empregou no Instituto dos Bancários, enquanto laborava como crítico de cinema no jornal "A Manhã" e colaborava na revista "Clima". No ano de 1942, foi reprovado no seu primeiro concurso para o Ministério das Relações Exteriores (MRE) viajou pelo Nordeste do Brasil com o escritor estadunidense Waldo Frank, tornando-se um antifascista com pitadas de comunismo. Em 1943, ele foi aprovado no concurso para carreira diplomática no MRE e publicou o livro "Cinco Elegias" (1943). Concluído o Curso do Instituto Rio Branco, ele assumiu o primeiro posto diplomático como vice-cônsul em Los Angeles, no ano de 1946, publicando "Poemas, Sonetos e Baladas" (ilustrado com 22 desenhos de Carlos Leão). Em 1947, com Alex Vianny, Vinicius lançou a revista "Filme". Em 1949, publicou em Barcelona, o livro "Pátria Minha".
• A década de 1950
Vinicius voltou ao Brasil, devido a morte do pai e nesse período aliava a diplomacia com o trabalho no jornal "Última Hora" antes de ser relocado na embaixada de Roma. Em 1953 a cantora Aracy de Almeida gravou "Quando Tu Passas Por Mim", primeiro samba de Vinícius com Antônio Maria, e ele assume cargo na embaixada em Paris. Em 1954 ele publicou a coletânea de poemas "Antologia Poética" e a peça teatral "Orfeu da Conceição", premiada no concurso do IV Centenário de São Paulo e publicada na revista "Anhembi". Em 1956 a peça "Orfeu da Conceição", foi musicada em parceria com Tom Jobim por sugestão de Lúcio Rangel, trazendo a famosa canção "Se Todos Fossem Iguais a Você" e estreando no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Vinicius e Tom comporiam músicas inesquecíveis como, "A Felicidade", "Chega de Saudade", "Eu sei que vou te amar", "Garota de Ipanema", "Insensatez", entre outras. O ano de 1957, trouxe nova transferência e Vinicius foi para Montevidéu, onde permaneceu até 1960. Em 1958, lançou a pedra fundamental do movimento da Bossa Nova com Tom Jobim com o álbum "Canção do Amor Demais" gravado pela cantora Elizeth Cardoso. "Chega de Saudade" no violão de João Gilberto, explode nas paradas; o diretor de cinema francês Marcel Camus filmou "Orfeu do Carnaval" (inspirado na
peça) no Rio de Janeiro, e o filme é premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes (1959) e o Oscar de melhor filme estrangeiro.
• A década de 1960, canções, peças e cinema:
Em 1960 Vinicius retornou de Montevidéu, novas canções foram lançadas no ano de 1961, a Banda do Corpo de Bombeiros fluminense gravou a canção "Rancho das Flores", sua peça "Procura-se uma rosa" com os coautores Pedro Bloch e Gláucio Gil, inaugura o Teatro Santa Rosa no Rio de Janeiro, e em 1962, a peça é adaptada pelo cinema italiano com o nome de "Una Rosa per Tutti", com o longa-metragem rodado no Rio de Janeiro e estrelado por Claudia Cardinale. Em seguida, a mesma banda dos bombeiros grava "Serenata do Adeus", com grande sucesso. Surgem parcerias com Pixinguinha e Baden Powell, são gravadas várias canções, entre elas, "Só Danço Samba"; e três novos livros foram publicados. Na boate na boate "Au Bon Gourmet", no Rio de Janeiro, foi um dos mais importante da bossa nova, o concerto "Encontro". Também foi montada a peça "Pobre Menina Rica", de autoria de Vinícius, trazendo músicas em parceria com Carlinhos Lyra e entre elas, a famosa "Minha Namorada" e, em 1963, a maioria das músicas da peça e outras são gravadas em disco. São lançados em disco, "Vinicius e Odete Lara" (seu primeiro álbum como cantor) e "Elizeth Interpreta Vinicius". No ano de 1964, ele participou do concerto na boate "Zum Zum", ao lado de Dorival Caymmi, Quarteto em Cy e do Conjunto de Oscar Castro Neves, com grande repercussão das músicas (entre elas "Carta ao Tom") que foram lançadas em LP. Em 1965, Vinicius concorreu com duas canções no I Festival Nacional de Música Popular Brasileira, "Arrastão" (em parceria com Edu Lobo), obtendo primeiro lugar, e "Valsa do Amor que Não Vem"
(com Baden Powell), conquistando o segundo lugar. O clima de protestos políticos fizeram de "Zambi" e "Canção do Amanhecer" (apresentadas em projetos do Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes), ganharem as massas. Por breve período, Vinicius foi designado para a delegação do Brasil junto à UNESCO, e aproveitou para trabalhar com o diretor Leon Hirszman no roteiro do filme "Garota de Ipanema". De volta ao Brasilp lançou o livro "Cordélia e o Peregrino", e o Teatro Municipal de São Paulo sediou uma homenagem ao poeta com o show "Vinicius: Poesia e Canção". Nessa apresentação, a música "Se Todos Fossem Iguais A Você", foi aplaudida por dez minutos ininterruptamente. No ano de 1966, o álbum "Os Afro-Sambas", inova com o "Canto de Ossanha" entre outras letras. Vinicius participou do concerto "Pois É", no Teatro Opinião e dirigido pelo maestro Francis Hime, onde Gilberto Gil estreou para o público carioca. Em seguida, lançou o livro de crônicas "Para Uma Menina Com Uma Flor" e participou do júri do Festival de Cannes. Em 1967 estreou o filme "Garota de Ipanema"
(segunda canção brasileira mais conhecida no mundo); depois organizou o festival de artes em Ouro Preto e excursionou para a Argentina e o Uruguai, cantando. No ano de 1968, Vinicius tem sua carreira diplomática encerrada pelo AI–5 após 26 anos de serviços prestados ao MRE. Ele então participou de shows em Lisboa, que foram alvo dos protestos de estudantes apoiadores do ditador Salazar. Em 1969, publicou o livro "Obra Poética" e se apresentou ao lado de Maria Creuza e Dorival Caymmi em Punta del Este; fez recital na Livraria Quadrante, em Lisboa, e o evento foi gravado ao vivo e lançado em LP. Depois fez apresentações em Buenos Aires, ao lado de Caymmi e outros cantores.
• A década de 1970 e Toquinho:
A parceria com violonista Toquinho, trouxe canções inesquecíveis. Em 1970, por quase um ano Vinicius ocupa o Canecão (casa de shows no Rio) com Tom Jobim, Toquinho e a cantora Miúcha. Segue para Mar del Plata. Na boate La Fusa, o show com Toquinho e a cantora Maria Creuza, resultou no LP ao vivo "Vinicius En La Fusa"; onde a dupla retornou em 1971, para gravar outro LP ao vivo com a cantora Maria Bethânia, trazendo as canções "A Tonga da Mironga do Kabuletê" e "Tarde em Itapoã". Depois a ambos excursionaram por cidades brasileiras e do exterior e, gravaram o primeiro LP de estúdio, com destaque para a canção "Morena Flor". No ano de 1972, a dupla lançou o álbum "São Demais os Perigos Dessa Vida" com a canção "Regra três"; e compuseram a trilha sonora da telenovela "Nossa Filha Gabriela" (da extinta TV Tupi), gravada em LP. Em 1973 no Teatro Castro Alves, em Salvador, a dupla se apresentou com a cantora Clara Nunes no show "O Poeta, a Moça e o Violão". Nesse ano, ambos foram convidados pelo diretor da TV Globo, Daniel Filho, para compor a trilha sonora nacional da telenovela "O Bem-Amado", escrita por Dias Gomes. Surgiu então, o sucesso "Meu Pai Oxalá".
No ano de 1974, a dupla compôs "As Cores de Abril" e "Como É Duro Trabalhar", para a trilha sonora da novela "Fogo Sobre Terra", da Rede Globo; lançaram o álbum "Toquinho, Vinícius e Amigos", com participação de estrelas da MPB em nove canções, com destaque para "Viramundo", "Você Errou" e "Tomara". O segundo LP de 1974, "Vinicius e Toquinho" trouxe outras canções de sucesso. Em 1975, sob a regência dos maestros Bacalov e Bardotti, Vinícius de Moraes lançou o álbum "O Poeta e o Violão", gravado em Milão. No mesmo ano, a gravadora Philips lançou o álbum "Vinicius e Toquinho" com destaque para "Onde Anda Você" (parceria com Hermano Silva) em seguida, lançou seu livro de poemas infantis "A Arca de Noé". No ano de 1976, foram lançados os álbuns "Ornella Vanoni, Vinicius de Moraes e Toquinho - La voglia, la pazzia, l'incoscienza e l'allegria" e "Deus lhe Pague" com composições de Vinícius e Edu Lobo. Em 1977, Vinícius publicou "O Breve Momento" (livro com 15 serigrafias de Carlos Leão), e o selo Philips lançou o álbum "Antologia Poética", com a seleção da obra poética do poetinha e participação especial de Tom Jobim, Francis Hime e Toquinho. A gravadora Som Livre lançou o LP "Tom, Vinícius, Toquinho e Miúcha - Ao Vivo no Canecão". No ano de 1978 foi lançado o álbum "Vinicius e Amália", gravado em Lisboa; e editado o álbum "10 Anos de Toquinho e Vinicius", uma coletânea de uma década de trabalhos da dupla.
• O último álbum e a morte:
Na madrugada de 9 de julho de 1980, Vinicius de Moraes começou a se sentir mal na banheira da casa onde morava, na Gávea, vindo a morrer pouco depois. O poeta passou o dia anterior com o parceiro e amigo Toquinho, com quem planejou os últimos detalhes do volume 2 do álbum "Arca de Noé". Ele foi sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro. Pouco depois, foi lançado o álbum "Arca de Noé", com diversos intérpretes para as composições infantis do poeta, musicadas a partir do livro homônimo, que gerou um especial infantil na Rede Globo, daquele mesmo ano.
• Legado:
Mesmo após a morte, a obra musical de Vinicius manteve-se prestigiada na música brasileira.
Em 1988, Vinícius foi anistiado "post-mortem" do AI–5 e foi lançado o álbum "Toquinho, Vinicius e Maria Creuza - O Grande Encontro". No ano de 1991, foi lançado o álbum "A História dos Shows Inesquecíveis - Poeta, Moça e Violão: Vinicius, Clara e Toquinho". Em 1993, Almir Chediak editou os três volumes do "Songbook Vinicius de Moraes". Também foi publicado "Vinicius de Moraes - Livro de Letras" da autoria de José Castello. Em 1995 é publicado outro livro de José Castello, intitulado "Vinicius de Moraes". No ano de 1997, Geraldo Carneiro publica "Vinicius de Moraes", em uma edição ampliada do livro publicado em 1984.
Em fevereiro de 2010 a Câmara dos Deputados aprovou a promoção póstuma do poeta ao cargo de "ministro de primeira classe" do Ministério das Relações Exteriores (embaixador), o cargo mais alto da carreira diplomática. A lei foi publicada no Diário Oficial do dia 22 de junho de 2010 e recebeu o número 12.265. Nesse ano, foi relançado o álbum "Toquinho, Vinicius e Maria Creuza - O Grande Encontro".
Por ocasião dos vinte anos da morte do poeta, em 2000, a Praia de Ipanema foi o palco de um show homenagem a Vinicius, que contou com a participação da Orquestra Sinfônica Brasileira, Roberto Menescal, Wanda Sá, Zimbo Trio, Os Cariocas, Emílio Santiago e Toquinho, interpretando composições do Poetinha.
Em 2003, ano em que o poeta completaria seu 90º aniversário, foram lançados vários projetos em tributo à sua criação artística, incluindo o lançamento do website oficial de Vinicius.
Em 2005, "Garota de Ipanema" foi escolhida como uma das 50 grandes obras musicais da Humanidade pela Biblioteca do Congresso Americano; e o documentário "Vinicius", dirigido por Miguel Faria Jr. e produzido por Suzana de Moraes (filha do poeta), com a participação de Chico Buarque, Carlos Lyra, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Adriana Calcanhoto, Mariana de Moraes e Olívia Byington, entre outros convidados, estreou, na abertura da sétima edição do Festival do Rio, com a trilha sonora lançada em CD.
Em 2006, foi lançada a caixa "Vinicius de Moraes & Amigos", com cinco álbuns do poetinha, contendo 70 canções compiladas de fonogramas gravados por vários intérpretes e pelo próprio Vinicius (solo ou em dueto. A caixa incluiu ainda um livreto com a biografia do homenageado e as letras de todas as canções.
Em 2011, a escola Império Serrano falou sobre ele com o enredo: "A Benção, Vinicius".
Em 2016, o mascote dos Jogos Olímpicos de Verão do Rio de Janeiro foi nomeado Vinícius em sua homenagem.
3. Fontes:
• https://www.viniciusdemoraes.com.br/br/bio/vinicius
• https://pt.wikipedia.org/wiki/Vinicius_de_Moraes
4. Cabeçalho Obrigatório:
Evento AVALB – Vinicius é Poesia, Teatro e Canções
• Tema: "Homenageio Vinicius porque..."
Autor (a):
Título:
País:
Data: 19/10/2026
✧ Sejam bem vindos! ✧
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Evento AVALB – Vinicius é Poesia, Teatro e Canções
• Tema: "Homenageio Vinicius porque..."
Autora: Poesia Maria
Título: Tantas Razões para Homenagear...
País: Brasil
Data: 19/10/2026
Tantas Razões para Homenagear...
Poesia Maria
Um carioca nascido na Gávea, como eu,
distinguiu-se de todos os outros iguais,
fez em letra e poesia, obras magistrais...
Genética musicalidade que não se perdeu!
Os estudos que conduziram a diplomacia
o fizeram um multitarefas, também...
Expandiram em capacidade a supremacia,
Poetinha, gênio das palavras, ele foi além!
Da primeira letra nos anos vinte, ele seguiu
pelos livros da mais perfeita poesia,
escreveu para os palcos e no teatro surgiu
inovador, foi ao cinema... Quem duvidaria?
Vida intensa, foram seis décadas criando;
inclusive, alvo da ditadura, nada o cerceou!
Era livre por natureza, seguiu poetizando,
em parcerias e canções, o amor eternizou!
©; Poesia Maria; "Tantas Razões para Homenagear..."; RJ-BR; 18 de outubro de 2026.
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▫ ℂ𝕠𝕞𝕦𝕟𝕚𝕔𝕒𝕕𝕠 ▫
A A.V.A.L.B. por sua fundadora, vem informar que o Evento AVALB – Vinicius é Poesia, Teatro e Canções • Tema: "Homenageio Vinicius porque...", registrado no Facebook (events/s/s/evento-avalb-graciliano-ramos-/) sob o n° 2144751709455110 e realizado aos 27 de outubro do corrente ano, resultou na relação dos autores abaixo certificados que cumpriram integralmente com as regras, por ordem alfabética, no rol das seguintes categorias:
1. Poesia do Mural de Abertura;
2. Membros da Cúpula da AVALB;
3. Acadêmicos da AVALB;
4. Poetas e Poetisas Participantes;
5. Agradecimentos Especiais.
Os certificados emitidos não utilizam recursos de IA, e são revestidos das características legais (número de registro do site que abrigou o evento e assinatura do emitente) o que permite sua utilização em portfólios e prováveis reclamações contra terceiros referentes a titularidade dos direitos autorais da obra.
Nossos eventos têm caráter didático, por essa razão, as regras são essenciais e publicadas para serem lidas e seguidas.
Agradecemos a participação de nossos ilustres Acadêmicos, com obras que qualificam genuína distinção, e aos Membros da Moderação, emitimos o certificado "Specialis gratiae", por sua dedicação, acolhimento e esclarecimentos aos participantes.
Parabenizamos todos poetas que obtiveram certificação adotando as regras divulgadas expondo obras no seu estilo e gênero poético. Agradecemos aos poetas nacionais e especialmente, aos ilustres participantes provenientes da Angola, Argentina, Paraguai, Polônia e Portugal, que abordaram o tema proposto adequadamente com obras inspiradoras e repletas de lirismo enriquecendo o trabalho desenvolvido.
Atenciosamente,
Valéria L.
Sócia-fundadora n°1 da AVALB
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