09 setembro 2026

1° Evento do mês setembro. Evento AVALB – 7 de setembro • Tema: "Não vivo à sombra de ninguém" (07/09)

 

Evento AVALB – 7 de setembro
Tema: "Não vivo à sombra de ninguém"

• Obras em poesia ou prosa poética dentro do tema informado
• Todos os gêneros e estilos, incluindo minimalistas
• Siga o tema, respondendo poeticamente e desenvolva a obra sobre a sua  independência ou a do Brasil, com criatividade
• Utilize o cabeçalho • Publique somente no dia e dentro do horário
• Data: 07/09/2026 de 00:05' até 21h (horário de Brasília–BR)

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Regras:
Obras em poesia (incluindo minimalistas) ou prosa poética dentro do tema.
                Para obter o certificado
• Siga o tema "Não vivo à sombra de ninguém" demonstrando sua independência
• Desenvolva a obra sobre a sua  independência ou a do Brasil, com criatividade
• Leia as regras e itens informativos
• Utilize o cabeçalho obrigatório
• Libere seus comentários se estiverem restritos para obter selos dos Moderadores
• Publique somente no dia (07/09) e no horário do evento (00:05' até 21h horário de Brasília–BR).

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Itens informativos

1. Introdução

A independência de um país se reflete no seu povo, através do exercício da cidadania e de padrões éticos para seu desenvolvimento e ordenamento social.

Esse conceito começou com a Independência do Brasil, um processo histórico de separação política entre o Reino do Brasil e o Reino de Portugal e Algarves, ocorrido entre 1821 e 1825, no contexto das transformações políticas do mundo atlântico provocadas pelas revoluções liberais e pelas guerras napoleônicas.
         O processo envolveu disputas políticas, militares e diplomáticas entre grupos favoráveis à manutenção do vínculo com Portugal e defensores da autonomia brasileira, culminando na formação do Império do Brasil.

1.1. Soberania territorial, a política e a economia

• Inicialmente com a chegada da Família Real o Rio de Janeiro em 1808 (fugindo de Napoleão Bonaparte) a coroa portuguesa  transformou o Brasil em sede do império. De imediato, D. João VI (O Rei) assinou o Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas, pondo fim ao pacto colonial e  permitindo o comércio com outros países, especialmente a Inglaterra. Esse decreto foi o primeiro marco econômico do Brasil,  fundamental para o início da autonomia e expansão das exportações brasileiras.

• Com a Revolução Liberal do Porto (1820), Portugal exigiu o retorno de seu rei, Dom João VI, ele então, deixou seu filho, Dom Pedro de Alcântara, como príncipe regente do Brasil. Nesse período Portugal tentou recolonizar o Brasil, mas houve resistência dos grandes proprietários de terras brasileiros que desejavam manter a autonomia política e comercial conquistadas. Nessa época, Dom Pedro (que permaneceu no Rio de Janeiro)  recebeu ordens para retornar ao Reino de Portugal, e as recusou em 9 de janeiro de 1822, assumindo sua responsabilidade com as reivindicações populares e da elite. Essa atitude ficou marcada na história, como o "Dia do Fico".
         Em agosto de 1822, Dom Pedro partiu para a província de São Paulo com o objetivo de assegurar o apoio local à causa brasileira. Durante sua ausência, Maria Leopoldina, na condição de princesa regente interina, presidiu a reunião do Conselho de Estado em 2 de setembro, na qual se decidiu pela separação definitiva entre Brasil e Portugal.
         No dia 7 de setembro de 1822, Dom Pedro recebeu às margens do riacho Ipiranga, as cartas de D. Leopoldina que informavam a anulação, pelas Corte portuguesa, dos atos de seu governo. Diante da situação, proclamou a ruptura política com Portugal, episódio que ficou conhecido como o Grito do Ipiranga.
         Após  a proclamação, a  notícia  da  independência  espalhou-se  rapidamente  pelas principais cidades do país. Em São Paulo, Pedro foi recebido com manifestações públicas de apoio, sendo progressivamente identificado como chefe do novo Estado.

• Em 12 de outubro de 1822, data de seu aniversário, Pedro foi aclamado Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil no Campo de Santana, no Rio de Janeiro.
      A  coroação  ocorreu  em 1º de dezembro  do  mesmo  ano, marcando  a institucionalização do Império do Brasil com o encerramento formal do processo político iniciado em 1821. O Brasil como Império, diferenciava-se de seus vizinhos nas Américas que adotaram o sistema republicano. Os conflitos armados em províncias que resistiram à separação, como Bahia, Maranhão e Pará, estenderam-se de 1822 a 1824.

1.2. Reconhecimento Externo, 1825:

• O "7 de setembro" é reconhecido como marco oficial da independência que resultou de um processo de construção simbólica ao longo do século XIX.  A consolidação da soberania brasileira  dependeu da derrota das forças portuguesas remanescentes e do reconhecimento diplomático por Portugal e outras potências europeias, especialmente a Grã-Bretanha.  Portugal reconheceu a independência após a mediação da Inglaterra e o pagamento de indenizações financeiras, mas no Império a  estrutura social permaneceu a mesma, com a manutenção do sistema de pessoas escravizadas para trabalho nos campos e nas cidades, e as classes populares continuaram sem os direitos políticos básicos.
         O Comércio Exterior nos primeiros anos do Império, fez com que a economia continuasse agroexportadora, baseada no açúcar (com destaque para Pernambuco e Bahia), algodão, e propiciando o início da ascensão do café.
         A Estrutura Econômica após  o rompimento político com Portugal, garantiu a soberania nacional, porém, manteve a dependência de produtos primários na pauta de exportações com a estrutura baseada no latifúndio e no tráfico de pessoas escravizadas e de seus trabalhos.

2. Fontes:

2.1. Links:
https://pibid.historia.ufg.br/n/145982-percursos-da-independencia-do-brasil
https://www.todamateria.com.br/independencia-do-brasil/
https://www.google.com/amp/s/brasilescola.uol.com.br/amp/historiab/independencia-brasil.htm
https://pt.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_do_Brasil
https://www.migalhas.com.br/literarias/mensagens/independencia

2.2. Fontes Bibliográficas:
• "Campanhas de Imprensa (1884 - 1887)". Obras Completas de Joaquim Nabuco XII. São Paulo: Instituto Progresso Editorial S. A., 1949
• "Pensamentos Soltos. Camões e Assuntos Americanos", Obras Completas de Joaquim Nabuco X, São Paulo: Instituto Progresso Editorial S.A., 1949
• "América". Obras completas de Monteiro Lobato, 1ª Série, Literatura infantil, Vol. 9, 6ª edição. São Paulo: Editora Brasiliense Ltda., 1955

3. Frases inspiradoras:

• "O que os países, que se rebelam por sua independência, querem, não é desde logo representação nem democracia, é sim autonomia, isto é, que cesse a exploração de fora"

– Joaquim Nabuco
["Campanhas de Imprensa (1884 - 1887)]

• "Independência moral tem por base a independência econômica"

– Monteiro Lobato
["América"]

• "A luta pela riqueza não é muita vez senão luta pela liberdade, desejo de ficar independente para não viver à sombra de outrem. Cada um quer essa independência mais no interesse dos seus que no próprio".

– Joaquim Nabuco
["Pensamentos Soltos. Camões e Assuntos Americanos"]

4. Cabeçalho Obrigatório:

Evento AVALB – 7 de setembro
• Tema: "Não vivo à sombra de ninguém"
Autor (a):
Título:
País:   
Data: 07/09/2026

✧ Sejam bem vindos! ✧

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✵𝔓𝔬𝔢𝔰𝔦𝔞 𝔇𝔬 𝔐𝔲𝔯𝔞𝔩 𝔇𝔢 𝔄𝔟𝔢𝔯𝔱𝔲𝔯𝔞✵      
⭒𝔄𝔲𝔱𝔬𝔯𝔦𝔞 𝔡𝔞 𝔭𝔬𝔢𝔱𝔦𝔰𝔞 𝔐𝔬𝔯 𝔐𝔦𝔡⭒
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Evento AVALB – 7 de setembro
• Tema: "Não vivo à sombra de ninguém"
Autora:  Mor Mid
Título: Cada Um
País:   Brasil
Data: 07/09/2026

Cada Um

Nessa semana nacional e comemorativa
Penso nas barreiras que o país enfrentou
Na busca da independência antes relativa
E no reconhecimento pleno que conquistou!

Enquanto o país busca manter a soberania
Outros querem derrubá-la para enriquecer
Nós enfrentamos desde o raiar do dia
Trabalho, boletos e metas de enlouquecer!

Agradeço pela auto sustentação
Não vivo à sombra de ninguém
Tenho muito empenho e preparação
Para minha sorte, não fico a quem!

Cada um de nós vive buscando
Não depender e ser auto suficiente
Igual ao Brasil seguimos enfrentando
as dificuldades que aparecem pela frente.

Mor Mid

©; Mor Mid; "Cada Um"; RJ–BR–03 de setembro de 2026. 

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▫ ℂ𝕠𝕞𝕦𝕟𝕚𝕔𝕒𝕕𝕠 ▫

A A.V.A.L.B. por sua fundadora, vem informar que o Evento AVALB – 7 de setembro • Tema: "Não vivo à sombra de ninguém", registrado no Facebook (events/s/evento-avalb-7-de-setembro-tem) sob o n° 1053356530778418 e realizado aos 7 de setembro do corrente ano, resultou na relação dos autores abaixo certificados que cumpriram integralmente com as regras, por ordem alfabética, no rol das seguintes categorias:
1. Poesia do Mural de Abertura;
2. Membros da Cúpula da AVALB;
3. Acadêmicos da AVALB;
4. Poetas e Poetisas Participantes;
5. Agradecimentos Especiais.

Os certificados emitidos não utilizam recursos de IA, e são revestidos das características legais (número de registro do site que abrigou o evento e assinatura do emitente) o que permite sua utilização em portfólios e prováveis reclamações contra terceiros referentes a titularidade dos direitos autorais da obra.

Nossos eventos têm caráter didático, por essa razão, as regras são essenciais e publicadas para serem lidas e seguidas.

Agradecemos a participação de nossos ilustres Acadêmicos, com obras que qualificam genuína distinção, e aos Membros da Moderação, emitimos o certificado "Specialis gratiae", por sua dedicação, acolhimento e esclarecimentos aos  participantes.

Parabenizamos todos poetas que obtiveram certificação adotando as regras divulgadas expondo obras no seu estilo e gênero poético. Agradecemos aos poetas nacionais e especialmente, aos ilustres participantes provenientes da Angola, Argentina, Colômbia, México, Polônia e  Portugal, que abordaram o tema proposto sobre a Independência do Brasil e ou a independência pessoal, de forma  adequada com obras inspiradas,  enriquecendo o trabalho desenvolvido.

Atenciosamente, 
Valéria L.
Sócia-fundadora n°1 da AVALB

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1° Evento do mês setembro. Evento AVALB – 7 de setembro • Tema: "Não vivo à sombra de ninguém" (07/09)

  Evento AVALB – 7 de setembro Tema: "Não vivo à sombra de ninguém" • Obras em poesia ou prosa poética dentro do tema informado ...