34ª Dinâmica Acadêmica AVALB — Caio Fernando Abreu
• Tema: "Trinta Anos de Saudade"
Elabore sua obra poética em até 16 versos, para homenagear o jornalista, escritor, poeta e dramaturgo.
• Dia 12/09/2026 de 00:05' até as 21h (horário de Brasília) • Leia as regras e itens
• Utilize o cabeçalho
• Regras:
– Poste na data até o horário limite.
– Siga o tema, "Trinta Anos de Saudade", como homenagem para alcançar a finalidade.
– Leia os itens informativos e as citações para desenvolver sua obra poética em até 16. versos ou quatro quadras.
– Utilize o cabeçalho completo.
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• Informes:
1. Mini biografia, características das obras e homenagens póstumas
1.1. Preâmbulo:
Nascido Caio Fernando Loureiro de Abreu, em Santiago, Rio Grande do Sul aos 12 de setembro de 1948, faleceu na cidade de Porto Alegre (no mesmo Estado), aos 25 de fevereiro de 1996.
Ficou conhecido como Caio Fernando Abreu nacional e internacionalmente, foi jornalista, contista, cronista, romancista, roteirista, tradutor, crítico de arte, correspondente internacional, poeta, dramaturgo e escritor, vencedor de três prêmios Jabuti e vários outros prêmios da literatura e do teatro.
A prova de seu talento se apresentou na adolescência, quando escreveu o conto "Maldição de Saint-Marie" e o dedicou à amiga Ilone Madalena Dri Almeida (que lhe acompanharia durante toda a vida). Muitos anos depois, esse conto foi incluído no livro "Ovelhas Negras" de 1974, e serviu de base para a peça "A Maldição do Vale Negro", que em 1998, conquistou o Prêmio Molière.
Também, a coragem, relevância e atualidade ainda marcam o seu legado, com uma obra que descreve instabilidade, inquietude e ausência.
No conceito de Schneider Carpeggiani, editor da revista cultural Pernambuco e da editora Cesárea, sobre "Contos completos de Caio Fernando Abreu": "Estamos olhando para a relação da sua literatura com a ditadura, um trauma de geração que percorre seus livros até quando ele não é explicitado. Um trauma que é escrito algumas vezes por subtração".
Para o escritor Ramon Nunes Mello, sobre Caio Fernando Abreu: "Foi o primeiro escritor brasileiro que escreveu sobre o HIV".
1.2. Vida Profissional:
Em 1963, Caio mudou-se com a família para Porto Alegre. No ano de 1966, ele teve seu primeiro conto, "O Príncipe Sapo", publicado na "Revista Cláudia".
Ingressou na faculdade de Letras e Artes Cênicas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1967, mas não concluiu por ter o interesse despertado pelo jornalismo e, em 1968 foi aprovado em concurso para trabalhar na redação da "Revista Veja", indo residir na cidade de São Paulo. Paralelo ao trabalho de jornalista, Caio continuou escrevendo contos.
Em 1968 ele foi perseguido pelo DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), e refugiou-se no sítio da escritora Hilda Hilst, em Campinas, São Paulo.
No início da década de 1970, ele se exilou na Europa, alternando estadias inicialmente na Espanha, Suécia, Países Baixos, Inglaterra e se fixou na França, mais receptiva aos perseguidos políticos.
Nesse ano, publica seu primeiro romance, "Limite Branco", contendo traços que iriam acompanhar sua trajetória literária, sao eles: a angústia diante do devir e a morte como certeza no final da jornada, pois segundo sua perspectiva literária, a vida deve ser buscada continuamente.
Em 1974, Caio Fernando Abreu pode retornar a Porto Alegre com segurança para retomar seu trabalho presencial como redator da "Zero Hora", jornal que o contratara em 1972 como colunista.
Em 1983, mudou-se para o Rio de Janeiro, com as funções de pesquisador e redator das revistas "Manchete" e "Pais e Filhos", além de colaborar com as revistas "Nova", "Veja" e "Pop", além do jornal "Correio do Povo". Em 1985, retornou a São Paulo, como colaborador dos jornais "Folha de S.Paulo" e "O Estado de S. Paulo".
No ano de 1991, Caio foi convidado pelo "Programa Roda Viva" para entrevistar a escritora Rachel de Queiroz. Durante o programa, Rachel rememorou seu apoio ao Golpe Militar de 1964, descrevendo a forte amizade com o ditador marechal Humberto Castelo Branco, que inclusive frequentava a sua casa. O escritor se manifestou, expressando constrangimento com as declarações da escritora, e alguns minutos depois encerrou sua participação na entrevista, declarando que não tinha mais perguntas a fazer.
Em 1993, Caio que era declaradamente homossexual desde os tempos da ditadura militar, descobriu ser portador do vírus HIV, informando sua condição a direção do jornal. Durante sua internação no Hospital Emílio Ribas em São Paulo, ele decidiu escrever sobre sua vivência e sob o estigma social da doença.
A convite da Casa dos Escritores Estrangeiros, ele voltou à França em 1994, e quando regressou ao Brasil, propôs o tema das crônicas. A proposta foi aceita pelo jornal "O Estado de São Paulo" que iniciou a publicação semanal entre os anos de 1994 e 1995. Embora não fosse essa a pretensão, Caio tornou-se um expoente da literatura LGBTQIA+ brasileira. Essa série de crônicas, formada por três cartas, intitulou o roteiro do documentário cinematográfico "Cartas para Além dos Muros" de 2019.
1.3. Últimos Anos:
Em 1995, Caio voltou a residir com seus pais no seu Estado natal, tempo durante o qual se dedicaria à jardinagem, cuidando de roseiras e escrevendo cartas.
Ele faleceu em decorrência da AIDS aos 25 de fevereiro de 1996, no Hospital Moinho de Vento, em Porto Alegre, curiosamente no mesmo dia em que o poeta Mário de Andrade.
Seus restos mortais jazem no Cemitério São Miguel e Almas.
A residência onde Caio Fernando morou até a sua morte foi demolida na penúltima semana de junho de 2022, apesar da mobilização popular contra a destruição do imóvel. Tal casa ficava no número 12 da Rua Doutor Oscar Bittencourt, no bairro Menino Deus de Porto Alegre.
Os objetos que pertenceram ao escritor foram guardados no Espaço de Documentação e Memória Cultural da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUC-RS. Tal coleção inclui manuscritos, recortes de jornais, originais de livros, cartas recebidas e outros documentos.
Em função da qualidade das obras realizadas e contribuição para literatura, não apenas brasileira, o legado de Caio Fernando Abreu em contos, romances, poesia e textos teatrais é frequentemente estudado pela ABL (Academia Brasileira de Letras).
1.4. Obras:
• "Limite Branco" (1970);
• "Inventário do Ir-Remediável" (1970);
• "Ovelhas Negras" (1974);
• "O Ovo Apunhalado" (1975);
• "Pedras de Calcutá" (1977);
• "Morangos Mofados" (1982);
• "Triângulo das Águas" (1983);
• "Pequenas Epifanias" (1986);
• "As Frangas" (1988);
• "Mel e Girassóis" (1988);
• "A Maldição do Vale Negro" (1988);
• "Os Dragões Não Conhecem o Paraíso" (1988);
• "Onde Andará Dulce Veiga?" (1990).
Em 2018, a editora Companhia das Letras reuniu no livro "Contos Completos" todos os contos de Caio Fernando Abreu. O volume abarca seis títulos
— "Inventário do Ir-Remediável" (1970),
— "O Ovo Apunhalado" (1975),
— "Pedras de Calcutá" (1977),
— "Morangos Mofados" (1982),
— "Os Dragões Não Conhecem o Paraíso" (1988) e
— "Ovelhas Negras" (1995), além de dez contos avulsos, sendo três deles inéditos em livro.
1.5. Prêmios:
• Prêmio José Lins do Rego, 1968, menção
honrosa - conto "Três tempos mortos";
• Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores, 1969 - livro "Inventário do irremediável";
• Prêmio do Instituto Estadual do Livro, 1972 - conto "Vista";
• Prêmio Nacional de Ficção, 1973, menção honrosa - livro "O ovo apunhalado";
• Prêmio Leitura do Senatran, 1975 - peça "Pode ser que seja só o leiteiro lá fora";
• Prêmio Status da Literatura, 1980 - conto "Sargento Garcia";
• Revista IstoÉ, 1982, Melhor Livro - "Morangos Mofados";
• Prêmio Jabuti de Literatura, 1984, categoria Contos / Crônicas / Novelas - livro "O Triângulo das Águas";
• Prêmio Jabuti de Literatura, 1989, categoria Contos / Crônicas / Novelas - livro "Os Dragões não Conhecem o Paraíso";
• Prêmio Molière, 1989 - melodrama "A maldição do Vale Negro" (em conjunto com Luiz Artur Nunes);
• Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), 1991, Melhor Romance do Ano - livro "Onde Andará Dulce Veiga?";
• Prêmio Jabuti de Literatura, 1996, categoria Contos / Crônicas / Novelas - livro "Ovelhas Negras".
2. Citações Para inspirar:
• "Eu não quero que seja pra sempre, nem que seja certo. Só quero que seja"
• "Uma dose de amnésia, e duas de desespero, por favor"
• "[...]eu só queria era salvar a minha, veja só que coisa mais individualista elitista capitalista, eu só queria era ser feliz, cara, gorda, burra, alienada e completamente feliz"
• "As pessoas falam coisas, e por trás do que falam há o que sentem, e por trás do que sentem, há o que são e nem sempre mostram"
• "O mundo, apesar de redondo, tem muitas esquinas"
• "Vai pelo caminho da esquerda, boy, que pelo da direita tem lobo mau e solidão medonha"
• "As vezes o que parece um descaminho é um caminho inaparente que conduz a outro caminho melhor"
• "Escrevo para não sentir medo, ainda que não seja bom o que escrevo, ainda que não haja coerência no que sou agora"
– por Caio Fernando Abreu
3. Fontes:
4. Cabeçalho obrigatório
34ª Dinâmica Acadêmica AVALB — Caio Fernando Abreu
• Tema: "Trinta Anos de Saudade"
Acadêmico (a) Imortal:
PAT.:
Cad.:
Título da poesia:
País:
Data da participação: 12/09/2026
Sejam bem vindos, acadêmicos imortais!
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Iniciando a conversa
O tema dessa dinâmica é uma homenagem a vida e a obra de Caio Fernando Abreu, que nos deixou em 1996. Explore essa ideia e leia as regras e itens. Para inspirar, foi agregado o conteúdo frasista.
Sejam bem vindos, acadêmicos imortais!
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AVISO DE ENCERRAMENTO.
Os Certificados da 34ª Dinâmica Acadêmica AVALB — Caio Fernando Abreu
• Tema: "Trinta Anos de Saudade", serão postados em ordem alfabética, no dia 13 (Domingo), assim que forem assinados.
A ordem das postagens na página da AVALB, iniciará no dia seguinte ao final do evento (primeiros minutos de quinta-feira) obedecendo a mesma das postagens nele realizadas, sendo apresentadas nos seguintes dias da semana:
• Domingo, 13/09 – Acad. Poesia Maria, Cad. 1, PAT.: Cecília Meireles;
• 2ª feira, 14/09 – Acad. Jacob Kapingala, Cad. 8, PAT.: António Jacinto;
• 3ª feira, 15/09 – Acad. Vainer Oliveira, Cad. 7, PAT.: Cora Coralina;
• 4ª feira, 16/09 – Acad. Edu Viola, Cad. 2, PAT.: Arnaldo Jabor;
• 5ª feira, 17/09 – Acad. BigaM, Cad. 6, PAT.: Noémia de Sousa;
• 6ª feira, 18/09 – Acad. Arthur Marques, Cad. 12, PAT.: Castro Alves;
• Sábado, 19/09 – Acad. Nazareth Ferrari, Cad. 15, PAT.: Mário de Andrade; e
• Domingo, 20/09 – Acad. Lugraguer, Cad. 14, PAT.: Machado de Assis.
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34ª Dinâmica Acadêmica AVALB — Caio Fernando Abreu
• Tema: "Trinta Anos de Saudade"
• Acadêmica Imortal: Poesia Maria
• PAT.: Cecília Meireles
• Cad.: 1
• Título da poesia: Legado
• País: Brasil
• Data da participação: 12/09/2026
• Data da publicação: 13/09/2026
Legado
Poesia Maria
Ele jamais se curvou a repressão
censura, tortura, em versos repudiou
viajou, retornou, porém, jamais odiou
seu caráter combativo era sem omissão!
Gaúcho de pensamento contagiante
com frases de conceito e efeito
no Brasil ou exterior, sempre havia um jeito
a quem partilhava suas ideias e ia adiante!
Coragem, relevância e atualidade
instabilidade, inquietude e pertinência
regado pelo humor ácido com consciência
eis seu grande legado a nossa sociedade!
Caio Fernando Abreu é contemporaneidade
em textos me desperta puro sentimento
quando se vão trinta anos de saudade
decorrentes de seu passamento...
©; Poesia Maria; "Legado"; BR-RJ; 11 de setembro/2026.
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34ª Dinâmica Acadêmica AVALB — Caio Fernando Abreu
• Tema: "Trinta Anos de Saudade"
• Acadêmico Imortal: Jacob Kapingala
• PAT.: António Jacinto
• Cad.: 8
• Título da poesia: Escrita madura
• País: Angola
• Data da participação: 12/09/2026
• Data da publicação: 14/09/2026
ESCRITA MADURA
Caio foi daqueles poetas,
Que soube dançar com as canetas,
E mergulhar no mar que trazemos,
Com sua escrita que apreciamos.
Relembrá-lo é sem dúvida,
Percorrer uma estrada,
Que nos faz olhar sua escrita madura,
E perceber que a vida não é tão dura.
Um misto de tristeza e alacridade.
São trinta anos de saudade.
Saudade do que ele escrevia,
Com vivacidade e grande mestria.
Deixou-nos um belo legado.
E está sempre ao nosso lado,
Sempre que o lemos com o coração aberto.
Um poeta que soube descomplicar o aperto.
Jacob Kapingala
©; Jacob Kapingala; "Escrita Madura"; Luanda-AO-12 de setembro de 2026.
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34ª Dinâmica Acadêmica AVALB — Caio Fernando Abreu.
• Tema: "Trinta Anos de Saudade".
• Acadêmico Imortal: Vainer Cosme Augusto de Oliveira.
• PAT.: Cora Coralina.
• Cad.: 7.
• Título da poesia: Sempre no Combate
• País: Brasil
• Data da participação: 12/9/2026
• Data da publicação: 15/09/2026
SEMPRE NO COMBATE
O caminho da direita é terrível e medonho,
Enquanto o da esquerda reflete um sonho.
O povo da direita é mórbido, tem peçonha,
Já a esquerda é ordeira e tem vergonha.
São trinta anos de
saudade viva,
No combate à direita sem vergonha.
A direita rouba, mata é medonha,
Não trabalha, para o pobre é restritiva.
Ló foi morar em Sodoma e Gomorra,
Para viver na mamata da direita.
A direita é totalmente responsável pela zorra,
Que faz cada vez mais a vida imperfeita.
A maldição da direita pertence ao homem mau,
Isto eu escrevo e afirmo sem medo de errar.
O maior escândalo financeiro destrói o social,
Locupletando o político que não quer trabalhar.
©; Vainer Oliveira; "Sempre no Combate"; DF-BR-12 de setembro de 2026.
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34ª Dinâmica Acadêmica AVALB — Caio Fernando Abreu
• Tema: "Trinta Anos de Saudade"
• Acadêmico Edu Viola
• PAT.: Arnaldo Jabor
• Cad.: 2
• Título da poesia: Caio Fernando Abreu
• País: Brasil
• Data da participação: 12/09/2026
• Data da publicação: 16/09/2026
Caio Fernando Abreu
Trinta anos de saudade
De Caio Fernando Abreu
Escritor com vontade
Um homem que venceu!
Edu Viola
©; Edu Viola; "Caio Fernando Abreu"; RJ-BR-12 de setembro de 2026.
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34ª Dinâmica Acadêmica AVALB — Caio Fernando Abreu
• Tema: "Trinta Anos de Saudade"
• Acadêmico: BigaM
• PAT.: Noémia de Sousa
• Cad.: 6
• Título da poesia: O Vento dos Anos
• País: Moçambique
• Data da participação: 12/09/2026
• Data da publicação: 17/09/2026
O Vento dos Anos
Trinta... São as saudades que carrego.
São anos de espera
Onde espero matar a saudade,
Mas tão distante ainda permaneço.
Oh, são décadas esperando o vento
Que assim sopre sobre mim
E que a saudade um dia desapareça.
BigaM
©; BigaM; "Vento dos Anos"; RJ-BR-12 de setembro de 2026.
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34ª Dinâmica Acadêmica AVALB — Caio Fernando Abreu
• Tema: "Trinta Anos de Saudade"
• Acadêmico: Arthur Marques de Lima Silva
• PAT.: Castro Alves
• Cad.: 12
• Título da poesia: Na Incoerência Recorrente
• País: Brasil
• Data da participação: 12/9/2026
• Data da publicação: 18/09/2026
NA INCOERÊNCIA RECORRENTE
Recorro a incoerência da ignorância
Para demonstrar o quanto estou errado,
A julgar pelos fatos do passado…
De todos os humanos ... .os seus atos.
Não me assusto com as pedras do caminho.
Caminhos são construídos de pedras.
Mas me assusto com as pedras que me atingem à fronte.
E do francês vulgar que ao português desponte.
Se sou homem eu sou mulher
Se sou mulher eu sou homem,
Sou apenas peso sem medidas
Deixando o legado: o coração que ame.
Pois a felicidade não é causa material
Surge do conforto do espírito,
E das penas arcaicas do poeta
Se a alma chorar, então grite.
Arthur Marques
©; Arthur Marques; "Na Incoerência Recorrente"; BA-BR-12 de setembro de 2026.
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34ª Dinâmica Acadêmica AVALB — Caio Fernando Abreu
• Tema: "Trinta Anos de Saudade"
• Acadêmica Imortal: Nazareth Ferrari
• PAT.: Mário de Andrade
• Cad.: 15
• Título da poesia: Trinta Anos de Saudade
• País: Brasil
• Data da participação: 12/09/2026
• Data da publicação: 19/09/2026
TRINTA ANOS DE SAUDADE
Trinta anos de ausência e presença,
Caio, tua voz ainda me conduz,
Na saudade encontro a tua essência,
E cada palavra acende-me uma luz.
Teus contos guardam dores tão humanas,
E revelam ternura em guardada em cada olhar,
Trinta anos e ainda tu nos emanas,
A coragem secreta de conseguir amar.
O tempo corre, mas não te apaga,
És chama viva em páginas abertas,
Trinta anos e a memória alaga,
Com tuas verdades sempre tão certas.
Saudade é ponte, é vida que resiste,
É teu legado que insiste em ficar,
Trinta anos e o coração persiste,
Em te recordar e te admirar.
Nazareth Ferrari
©; Nazareth Ferrari; "Trinta Anos de Saudade"; SP-BR-12 de setembro de 2026.
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34° dinâmica de acadêmicos da AVALB - Caio Fernando
• Tema: "Trinta Anos de Saudade"
• Acadêmico: Lugraguer
• PAT.: Machado de Assis
• Cad.: 14
• Título da poesia: Tributo ao Escritor Caio Fernando
• País: Brasil
• Data da participação: 12/09/2026
• Data da publicação: 20/09/2026
Tributo ao Escritor Caio Fernando
Ele foi aquele escritor,
Que muito incomodou
Nasceu em setembro
Em fevereiro morreu
Muito fez por suas
Andanças na França,
Espanha e Inglaterra,
Países Baixos ele foi
Escritor, cronista foi
Da dramaturgia, cronista
Jornalista tradutor há
Trinta anos de saudade
Se destacou em entrevista
Com a grande escritora
Raquel de Queiroz
Muito fez pelo nosso Brasil.
Lugraguer
©; Lugraguer; "Tributo ao Escritor Caio Fernando"; RJ-BR-12 de setembro de 2026.
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Os certificados da 34ª Dinâmica Acadêmica AVALB — Caio Fernando Abreu • Tema: "Trinta Anos de Saudade", encontram-se abaixo postados por ordem alfabética para os que participaram obedecendo ao tema da atividade de estudos que homenageou o escritor destacado na literatura brasileira e estrangeira. Parabéns aos acadêmicos pelas obras apresentadas nesta atividade cultural e de relevo para todos nós.
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