Neste ato, realizado no dia 29 de dezembro de 2024, a partir das 14h na página da A.V.A.L.B. — Academia Virtual de Autores Literários do Brasil sitiada no Facebook, através de sua representante/Fundadora Valéria L., dá-se posse a poetisa SUSANA ANDREZA, como ACADÊMICA EFETIVA, ocupando a Cadeira n° 3, tendo por patrono a poetisa FLORBELA ESPANCA, ambas de nacionalidade portuguesa, ressaltando-se que, a acadêmica a ser empossada é nacional e residente em país Lusófono, e ACADÊMICA CORRESPONDENTE oriunda de Portugal, portanto capacitada à efetivação.
Em sequência, apresentamos:
1- Biografia da Acadêmica;
1.1- Poesia da Acadêmica;
2- Panegírico da Patronesse — Florbela Espanca;
2.1- Poesia da Patronesse.
1- Biografia da Acadêmica:
Susana Andreza é o pseudónimo literário de Susana Ferreira da Costa de Ferreira Pedro, poetisa, escritora e bibliotecária, nascida a 29 de abril de 1973, em Matosinhos, Distrito do Porto, Norte de Portugal.
Desde sempre gostou de ler prosa e poesia. O ambiente familiar foi propício, já que os seus avós maternos eram escritores e professores. Ambos foram os seus primeiros leitores e incentivadores da sua escrita.
Escolheu como pseudónimo literário, Susana Andreza, devido à sua ascendência São Tomense, por parte do seu avô materno. Começou por escrever pequenas histórias e em seguida prosa poética e poesia. Publicou no «Jornal de Gaia» e em vários números de uma publicação em série, «Vozes», prosa poética.
Licenciou-se em tradução escrita no ISAI (Instituto Superior de Assistentes e Intérpretes, Porto). Fez a sua pós-graduação de Bibliotecas e Centros de Documentação e estagiou na Biblioteca da Instituição Cultural onde ainda hoje trabalha.
A literatura e a poesia sempre fizeram parte da sua vida.
Faz parte da Equipe Administrativa de alguns grupos de poesia. É membro da Comissão de Eventos Fénix da ABMLP, fez parte da equipe de jurados da BMLP e é membro de vários grupos virtuais de poesia.
Faz parte de diversos grupos de poesia, como por exemplo o Grupo Poético Caminho de Sensibilidade. É atualmente a Diretora de Eventos da ALEGRO e já foi Diretora Cultural da ABMLP.
Faz parte da Comissão de Eventos dos Atuais Encontros Pôr do Sol, do Grupo Passarela Literária e da ABMLP.
É Académica Vitalícia da ABMLP, Académica Imortal da AVLPL, atual AVIL, Académica Praeclara da Academia de Letras Guimarães Rosa – ALEGRO, e da Elos Club Literário e Artístico “Amizade e Poesia”- ECLAAP.
Participa em diversos Saraus e tem tido o gosto de receber diversos certificados e menções honrosas. Participa em algumas antologias físicas e em formato e-book.
1.1- Poesia da Acadêmica:
Com a apresentação de duas obras distintas, abaixo numeradas.
1.1.1- Poema elaborado há alguns anos atrás, para homenagear a poetisa Florbela Espanca e "Ser Poeta" de sua autoria, em forma de resposta poética, conhecida como dueto:
1.1.2- Aforismo:
"Os livros abriram-me
as portas, de um mundo de encantamento,
Alimentando-me de sonhos nas asas do vento".
Susana Andreza
©; "Aforismo"; Susana Andreza; PT; publicação-BR-29, dezembro, 2024.
2- Panegírico da Patronesse — Florbela Espanca
Florbela da Alma da Conceição Espanca, nasceu a 8 de dezembro de 1894 em Vila Viçosa (Alentejo) e faleceu a 8 de dezembro de 1930, em Matosinhos. Suicidou-se no dia que completou 36 anos.
Florbela Espanca é considerada uma das mais importantes poetisas portuguesas. Foi autora de sonetos e contos importantes da literatura portuguesa, foi também uma das primeiras feministas de Portugal. A sua poesia apresenta um estilo peculiar, aliando sofrimento e desencanto ao desejo de ser feliz.
As suas primeiras composições poéticas datam do ano de 1903, com o poema “A Vida e a Morte”, quando Florbela tinha apenas nove anos de idade.
Após a morte da mãe Antónia da Conceição Lobo em 1908 foi registada como filha de pai desconhecido. E passou a viver em casa do seu pai João Maria Espanca e sua mulher Mariana Espanca.
Florbela Espanca estudou em Évora, onde concluiu o liceu em 1917 e posteriormente matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, altura em que começa a publicar os seus primeiros poemas.
Em 1919, a poetisa, iniciara a sua obra lírica, com o Livro das Mágoas, considerada obra percursora da emancipação literária da mulher.
A Poetisa, não encontrou a felicidade no amor, casou diversas vezes e teve severas depressões.
Florbela era muito ligada ao seu irmão Apeles, que faleceu em 1927 num trágico acidente de avião, facto que lhe causou um imenso desgosto e agravou o seu estado depressivo crónico.
Só após a sua morte, a poetisa, viria a ser conhecida do grande público e só 19 anos depois o seu pai reconheceu a paternidade à poetisa.
Contribuiu para a divulgação da sua obra, a publicação do seu livro Charneca em Flor, pelo Professor. Italiano Guido Batelli. Segundo a enciclopédia Larousse, Florbela é considerada Parnasiana, com pendor erótico feminino, nunca antes revelado na literatura portuguesa. Outra corrente literária diz que não fez parte de nenhum movimento literário, mas o seu estilo remete à poesia romântica, com forte teor emocional.
— Algumas obras de Florbela Espanca:
• Livro de Mágoas, 1919
• Livro de Soror Saudade, 1923
• Charneca em Flor: sonetos de Florbela Espanca, 1931
• Juvenília, 1931
• Cartas de Florbela Espanca a Dona Júlia Alves e a Guido Battelli, 1931
• As Máscaras do Destino, 1931
• Reliquiae, 1934
• Cartas de Florbela Espanca, 1949
• Diário do Último Ano, 1981
• O Dominó Preto, 1983
* Compilação organização e adaptação de texto de Susana Andreza
Fontes de pesquisa:
https://www.portaldaliteratura.com/autores.php?autor=235
https://www.infoescola.com/literatura/florbela-espanca/
- Acrescido de muitas leituras de obras da poetisa, que fiz ao longo do tempo, desde a minha juventude.
2.1- Poesia da Patronesse:
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